A sede incomensurável dos servidores públicos de Luís Eduardo Magalhães.

A Prefeitura Municipal de Luís Eduardo Magalhães vai gastar R$ 344.000,00 (trezentos e quarenta e quatro mil reais) com a compra de bebedouros para os próprios municipais. É muita água: o bebedouro mais caro no site de vendas Buscapé custa R$730,00. Isso significa que Oziel Oliveira vai comprar no mínimo 470 bebedouros

E vai gastar também R$ 415.000,00 (quatrocentos e quinze mil reais) com material gráfico. Onde o Prefeito vai botar tanto papel?

É imensurável tanto a sede dos servidores públicos, incluindo aí a do Prefeito, bem como a vontade de preencher um número elevado de formulários.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

3 comentários em “A sede incomensurável dos servidores públicos de Luís Eduardo Magalhães.”

  1. E por que o prefeito de LEM autorizou a convocação de 2 concursados de 2014 e não convocou todos os outros que também estavam na lista ? Esse concurso ainda vale ? Ou vale apenas para os apaniguados ? Vide portaria número 56 de 17/maio / 207

  2. E por que o prefeito de Lem mantém um contrato de agência de viagens com uma empresa de for e Lem ; contrato esse desde a antiga gestão ; será que não temos agências de viagens na cidade ??

  3. O BLOGUEIRO SÓ ESQUECEU DE DIZER UMA COISA,POR NÃO ENTENDER OU POR MERA ESPECULAÇÃO MESMO: NO CASO DOS BEBEDOUROS,HÁ UM COMPROMISSO FIRMADO ENTRE O MUNICÍPIO E A EMPRESA VENCEDORA DO PROCESSO LICITATÓRIO, ATRAVÉS DE REGISTRO DE PREÇO, QUE NESSE CASO NÃO OBRIGA A PREFEITURA A ADQUIRIRA OS PRODUTOS REGISTRADOS EM ATA, MAS OBRIGA O FORNECEDOR A GARANTIR OS PREÇOS OFERTADOS NA LICITAÇÃO PELO PERÍODO DE UM ANO. A PREFEITURA VAI ADQUIRINDO DE ACORDO COM AS NECESSIDADES DE CADA ÓRGÃO DA ADMINISTRAÇÃO.

    Nota da Redação:
    Não são só as publicações da Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães que não entendo. Entendo que é um exagero gastar mais de 300 mil só para gelar água para os servidores. Entendo mais: como na licitação do prédio da Prefeitura, na praça dos três poderes, do Estádio de futebol, das primeiras 250 casas populares e do balneário do Rio de Pedras, cujo dinheiro foi gasto e as obras nem iniciadas, hoje se faz licitações de até 80 mil reais para temas absolutamente desnecessários, como contratar obtenção de imagens, instalação de carros de som e outros babados.
    Acontece que disso aí sempre sobra um troquinho para as “ações sociais”, isto é, campanhas eleitorais de Oziel e Jusmari.
    Por favor, Clayton Santos, não me venhas de borzeguins enlameados ao leito. Ou vc é um inocente útil ou um puxa-saco fundamentalista.
    Responda-me sem pestanejar: por que Oziel não permitiu que passasse na Câmara, só pra citar um exemplo menos escabroso, que fossem registrados os aluguéis de veículos de terceiros?

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