Como dizem os goianos, Temer vai mesmo é “bestar com a sela”.

Michel Temer vai à Rússia e à Noruega na condição de um dos líderes mais enfraquecidos da história do Brasil. Temer conta com pouquíssimos convites de viagem para encontro com chefes de Estado que, aparentemente, esperam que os problemas internos se resolva. Existe o receio de que o investimento em uma relação política com o governo brasileiro seja de curtíssimo prazo.

As informações são de reportagem de Vivian Oswald e Eliane Oliveira em O Globo

“Com a agenda esvaziada, a expectativa é que os acordos a serem firmados com esses países sejam menos numerosos do que se imaginava. O convite da viagem à Rússia foi feito em fevereiro deste ano. Segundo fontes do governo, o número de acordos que estavam sendo preparados para a assinatura dos dois mandatários durante a visita teria caído pela metade.

Também é sinal de desprestígio o fato de diversos líderes, que têm vindo à América Latina e nem sequer passar por Brasília.

Um exemplo clássico de comparação com o Brasil é a Argentina. Buenos Aires recebeu, desde o ano passado, os ex-presidentes dos Estados Unidos e da França, Barack Obama e François Hollande; e o residente da Itália, Sergio Mattarella; e a chanceler alemã Angela Merkel.”

“Sei não, mas Temer corre o risco de quando voltar ao Brasil ser apresentado ao novo Presidente da República”.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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