Sequestradores e assaltantes de Taguatinga podem estar escondidos no LEM

A Polícia Federal divulgou a foto de dois homens suspeitos de envolvimento no sequestro de um gerente da Caixa Econômica Federal da vizinha Taguatinga, no Tocantins.

Otoniel Vieira Araújo Filho, de camisa rosa na foto, conhecido como Zé Franzino e Júlio César Ribeiro Pires, conhecido como cocada ou Nêgo Fulgêncio, têm mandados de prisão abertos e são considerados foragidos, de acordo com a PF.

Otoniel foi morador no Jardim das Acácias, em Luís Eduardo Magalhães e ainda pode estar por aqui. Já Júlio César  também pode estar escondido por aqui.

Autoridades policiais de LEM têm suspeitas também sobre dois moradores do bairro Santa Cruz, como participantes do mesmo crime.  

Outros dois suspeitos foram presos nesta terça-feira (10) durante a operação Nomas.

Todos são suspeitos de participar de um sequestro entre os dias 18 e 19 de maio deste ano.

Nesta terça-feira, agentes da Polícia Federal cumpriram mandados de prisão, busca e apreensão em três cidades da Bahia: Barreiras, Luís Eduardo Magalhães e Jacobina.

Os dois presos e estão sendo levados para a Casa de Prisão Provisória de Palmas. Eles devem responder pelo crime de extorsão mediante sequestro. Filho e Pires também respondem pelo mesmo crime.

Diversos crimes

As investigações são conduzidas pela Delegacia de Repressão a Crimes Contra o Patrimônio da União e Tráfico de Armas. Todos os mandados foram expedidos pela Justiça Federal em Gurupi.

A suspeita é que os homens façam parte de uma organização criminosa especializada em cometer crimes contra instituições financeiras, correios, tráfico de armas e roubo de carga em estradas.

Segundo a PF, o nome da operação é uma referência à palavra nômade, do “nomas”, que significa tribo ou etnia que vive mudando de lugares.

Avatar de Desconhecido

Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

Deixe um comentário