O Sal da Semana: Bolsossauro é a próxima atração da Globo

Ou Huck ou Bolsossauro: que horror

Se o Luciano Huck não decolar, as organizações Globo Overseas estão prontinhas da Silva para chamar Jair Bolsonaro de “meu louro”. Para quem já criou monstrinhos do tipo Collor e Temer, isso é uma barbada. Pior que depois vem um arrependimento do cão.

A Globo não deveria se queixar dos governos do PT. Eles foram lenientes e quem sabe cúmplices da não cobrança de impostos de bilhões de reais e engordaram o esquema com muita verba oficial de propaganda.

Leões e veados

Um blogueirito dos mais reacionários, crítico feroz da ideologia de gêneros, acha que macho é macho e fêmea é fêmea. Ao menos foi o que confidenciou hoje em um evento público. Só que, como todo pobre de direita, não sabe a diferença entre o leão e o veado.

Paternalmente, com um braço sobre seus ombros, lhe expliquei:

-O Leão normalmente não deixa se abraçar, assim como estou fazendo.

Apostas no escuro

-Quem vai falar de economia é a minha futura equipe.

Assim Bolsonaro descartou uma pergunta da jornalista Mariana Godoy, na Rede TV. Assim, os seus eleitores vão ter mesmo que colocar todas as suas fichas na mesa no escuro, sem saber o que Bolsonauta representa.

Só saberemos que ele respondeu IPM – Inquérito Policial Militar nos tempos de capitão por motim. E que se não se elegesse vereador no Rio ia mesmo caminhar pela prancha.

 

 

Entreguistas e canalhas

De um barril se extrai: 10% de GLP; 19% de gasolina; 9% de nafta; 4% de querosene de aviação; 36% de óleo diesel; 17% de óleos combustíveis e 5% outros.

Pois no Campo de Carcará, a Petrobras vendeu o barril a US$2,00 para uma estatal norueguesa. O preço das reservas do pré-sal tende a ser mais baixo.

Quem vende um produto por US$2,00 para interesses estrangeiros, se vende por mais de US$150 dólares para os consumidores brasileiros? 

 

 

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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