Governador reúne grande aparato policial em Correntina

O governador Rui Costa se preparou com um grande aparato policial para enfrentar as manifestações marcadas para amanhã. Ontem chegaram tropas do Choque da Polícia Militar e um ônibus de policiais civis. Hoje foi a vez do helicóptero da PM fazer voos sobre a cidade. 

Diz um informante de O Expresso que muita gente já desistiu da manifestação ambiental de amanhã, com temor que o evento se transforme em confronto.

A verdade é que, se o Governador mantivesse 1/3 do número de funcionários públicos no controle da preservação do meio ambiente, nada disso teria acontecido.

 

 

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

2 comentários em “Governador reúne grande aparato policial em Correntina”

  1. Pura mentira que o povo desistiu da manifestação, pelo o contrário o povo se unificou mais ainda e vão pra rua mais de 15000 pessoas

  2. Também sou pequeno agricultor, mas uma das coisas que não justifica qualquer ato, são as invasões por qualquer motivo. Se não me engano, após muitos anos de trabalho árduo pelos sulistas, milhares de pessoas, da Bahia ou outros Estados, foram tentar a vida nessas mesmas fazendas, hoje, ditas como criminosas. Não esqueçamos que o aumento populacional gera necessidades básicas proporcionais. Incluindo maior demanda por água. Não justifica a falta ou menor fiscalização por parte do INEMA ou outros responsáveis, haja vista, que, cidades como São Paulo SP, com o rio tietê; Curitiba PR, com o rio iguaçu; Itabuna BA, com o rio cachoeira; poucos são os manifestos de preservação ou recuperação de suas bacias. O que realmente deve-se colocar em prática, são políticas públicas participativas e alternativas, onde, minimize os fatores impactantes, e não gere interesses escusos por parte dessa mesma políticas segregatista.

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