A monstra racista que se dizia socialite é apenas uma garota de programa

Day McCarthy se define como escritora e costuma dizer que seus textos servem “para inspirar a felicidade de outras pessoas”. A morena, cujo nome verdadeiro é Daiane Alcantara Couto de Andrade, na verdade trabalhava como garota de programa.

Anos atrás a morena se prostituía em uma boate no bairro de Copacabana, no Rio de Janeiro, e inclusive foi para os Estados Unidos com o mesmo intuito, segundo o jornalista Léo Dias.

A ficha de prostituta da brasileira em Miami. Por ser procurada, internou-se no Canadá.

A socialite, como também costuma se denominar, tem mãe e irma no Brasil, que sentem muito desgosto pelas atitudes e postura da moça. Inclusive Day tem também um sobrinho que passou por um câncer, que segundo Léo Dias, em nenhum momento recebeu apoio financeiro e muito menos emocional da tia.

A moça racista, com traços negroides pronunciados, nariz largo e lábios grossos, deveria se orgulhar da sua raça e não falar mal de uma menina negra adotada por um casal de artistas brancos. A adoção é ato meritório. Principalmente quando praticada com pessoas que são as maiores vítimas do preconceito no País. Em sua maioria, o Brasil negro e mestiço costuma esquecer de suas origens, de mamelucos, cafuzos e mulatos que quase todos somos.

Por outro lado, convenhamos: racismo, xenofobia e homofobia não são simples desvio de conduta. São crimes. E denunciam uma clara e límpida absoluta ausência de caráter.

 

 

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

Uma consideração sobre “A monstra racista que se dizia socialite é apenas uma garota de programa”

  1. Ela poderia ser uma rampeira, uma kenga, acompanhantes de luxo, mulher de vida fácil, etc. São muitos os adjetivos, mas nada se compara a falta de princípios morais. Esse vem de berço!

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