
Como estava previsto pelos analistas, Donald Trump conseguiu incendiar o mundo com o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel. A sacralidade de Jerusalém para várias religiões não poderia ser conspurcada por uma decisão de política internacional.
O que deveria sobrevir em Jerusalém é a condição de cidade aberta, com administração internacional e segurança da ONU. Israel não precisa da capital religiosa. Já tem 78% do território da região e um franco poderio militar proporcionado pelos Estados Unidos.

A decisão de Trump pode ser, a par do fato de que ele se caracteriza como o Anticristo das profecias, um dos sinais do Apocalipse, que segundo Jesus disse em Mateus 24, Marcos 13 e Lucas 21, envolvem sofrimento, instabilidade e guerra em Israel.
