
A AIBA, a ABAPA, a Universidade Federal de Viçosa e a Universidade de Nebraska apresentaram na Assembleia da Bahia, nesta segunda-feira, o projeto de estudo do Potencial Hídrico da Bahia, com objetivo de quantificar a disponibilidade dos recursos do Aquífero Urucuia e das bacias dos rios Corrente e Grande.
Dados preliminares apresentados pela Superintendência Regional da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais mostram que só a região de influência da bacia dos rios de Ondas, das Fêmeas e Rio Grande formam 17 mil quilômetros quadrados de área superficial.
– Estimamos que este seja apenas 1/4 da área do aquífero que ocupa, além da Bahia, o subsolo do Sul do Piauí, e regiões de Goiás, Tocantins, Minas Gerais e Maranhão – afirmou o superintendente do órgão, José Ulisses Pinheiro.
O secretário da Agricultura, Vitor Bonfim, informou que a pesquisa sobre a extensão de possibilidades de uso do aquífero está sendo realizada por pesquisadores da Universidade de Nebraska, nos Estados Unidos, e da Universidade Federal de Viçosa (UFV), em Minas Gerais.
– O resultado desse estudo vai definir de forma clara a melhor utilização desses recursos hídricos tão importantes para o consumo humano e a produção (rural) – disse o secretário.
O evento reuniu representantes do governo e sociedade civil, agricultores brasileiros e dos EUA, além de ambientalistas e representantes de órgãos ambientais.

Espero que a pesquisa também avalie a possīvel contaminação do aquífero e demais águas pelo uso de agrotóxicos e que támbem mostre o avanço em várzeas, margens , desvios de cursos de águas e represamentos irregulares. Esse e outros itens trarão de fato um retrato mais próximo do real da questão das águas na região Oeste, vide os recentes acontecimentos em Correntina.
ESSES AGRICULTORES JÁ ESTÃO ACABANDO COM NOSSOS RIOS E AINDA QUER USAR MAIS DE NOSSAS AGUAS. ISSO NÃO VAI DAR O QUE PRESTA, O POVO VAI INVADIR DE NOVO.
Não podemos esquecer dos poços artesianos de alta vazão, usados para irrigação de grandes áreas.
abapa e aiba …..!!!!! Fico com frio na espinha dessas entidades juntas para realizar esse estudo.