Não é BBB, não é televisão. É gente, de verdade, pedindo por um pouco de comida!

Diz uma leitora assídua de O Expresso:

“Gentem”, não é BBB, não. Não tem essa história de paredão, de eliminação, de um milhão de reais no final. Essa é a operação “me dá, me dá”, cata troquinho de pobre, da Rede Globo.

O que está se debatendo nas redes sociais são as próximas eleições, a redemocratização do País depois do golpe, a salvação de 40 milhões de pessoas vulneráveis e o reerguimento da economia para encontrar ocupação para mais de 25 milhões de pessoas.

Pense só um pouquinho no flagelo da fome, grassando nos sertões e nas periferias das pequenas e grandes cidade, onde os desgarrados vão dormir sem nada comer e um pai ou uma mãe não conseguem conciliar o sono para descobrir um jeitinho de descolar algum dinheiro para alimentar os filhos.

Os governos brasileiros criaram gulags, campos de concentração sem guardas e sem arame farpado, onde só aumenta a legião de brasileiros à margem de todo e qualquer recurso da sociedade.

Pensem bem: não é BBB, é a triste e cruenta realidade do Brasil.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

Uma consideração sobre “Não é BBB, não é televisão. É gente, de verdade, pedindo por um pouco de comida!”

  1. não estou aqui defendendo esse ou aquele governo, mas isso sempre foi assim, ou um dia foi melhor? o problema nosso todos já sabem que, a corrupção gera desigualdade e pobreza .

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