Geddel era apenas guardador do dinheiro. É o que ele disse à Justiça.

A defesa do ex-ministro Geddel Vieira Lima afirmou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que a origem dos R$ 51 milhões encontrados, no ano passado, em um apartamento em Salvador, decorre da “simples guarda de valores em espécie”.

A justificativa está na resposta enviada dia 23, à Corte para rebater a denúncia feita em dezembro do ano passado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) pelos crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa, diz o portal bahianoar.

Todos conhecemos onde vai parar o dinheiro da corrupção latino-americana e das máfias norte-americanas. No Curaçao, Panamá, Uruguay, Suíça. 

E outros como Antilhas Holandesas, Aruba, Belize, Ilhas Bermudas, Bahamas e mais de uma centena de endereços menos conhecidos.

Só que o Geddel é mais simplinho, certo?

Ele prefere guardar no closet de mamãe e depois num apartamento emprestado por um amigo. Tudo isso chama-se liquidez do dinheiro mal havido.

Batom na cueca semelhante só se reproduzirá de novo em uma década, talvez mais. Semelhante a isso só a mala de São Paulo, na corridinha iconográfica, e as malas do Aécio, transportadas pelo primo Fred.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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