
A defesa do ex-ministro Geddel Vieira Lima afirmou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que a origem dos R$ 51 milhões encontrados, no ano passado, em um apartamento em Salvador, decorre da “simples guarda de valores em espécie”.
A justificativa está na resposta enviada dia 23, à Corte para rebater a denúncia feita em dezembro do ano passado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) pelos crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa, diz o portal bahianoar.
Todos conhecemos onde vai parar o dinheiro da corrupção latino-americana e das máfias norte-americanas. No Curaçao, Panamá, Uruguay, Suíça.
E outros como Antilhas Holandesas, Aruba, Belize, Ilhas Bermudas, Bahamas e mais de uma centena de endereços menos conhecidos.
Só que o Geddel é mais simplinho, certo?
Ele prefere guardar no closet de mamãe e depois num apartamento emprestado por um amigo. Tudo isso chama-se liquidez do dinheiro mal havido.
Batom na cueca semelhante só se reproduzirá de novo em uma década, talvez mais. Semelhante a isso só a mala de São Paulo, na corridinha iconográfica, e as malas do Aécio, transportadas pelo primo Fred.
