
A Revista Isto É revela, na edição desta semana, mais um caso exótico na relação dos Bolsonaros com seus assessores de gabinete:
“O episódio do motorista Fabrício José Carlos de Queiroz não parece ser um caso isolado na vida política do clã Bolsonaro. Se ficar confirmada a suspeita do Ministério Público de que Queiroz administrava uma caixinha de colaborações dos demais servidores, uma prática semelhante, talvez com objetivos idênticos, é corroborada por outros casos descobertos por ISTOÉ nos gabinetes do presidente eleito Jair Bolsonaro e de seus filhos. Por mais de uma vez, funcionários fizeram doações eleitorais e trabalhos políticos para as campanhas da família, em valores que certas vezes chegavam a ultrapassar os próprios salários ganhos.”

Falta achar, a exemplo dos cubanos, quem liberte esses pobres assessores do trabalho escravo, não é Messias?