Mais um “fenômeno” eleitoral assume o poder em 1º de janeiro

Eu já me interessava muito por política em 1960, quando Jânio Quadros foi eleito.

Ouvia com atenção o que meus pais, tios e avós falavam sobre o fenômeno eleitoral da “Vassoura”.

Trinta anos depois, já pai de 5 filhos, observei, boquiaberto, a ascensão de Fernando Collor de Mello.

Os dois enganadores da Nação duraram pouco. O primeiro apenas 7 meses. O segundo, menos de 2 anos, protagonista do primeiro processo de impeachment no País.

Para este terceiro governo de “fenômenos” que agora se apresenta, sou menos otimista. Jair, o Messias, dura menos de uma mês, quando fará a tal segunda cirurgia. O vice-presidente, como Jango e Itamar, assume.

E teremos o País novamente sob o jugo da “Linha Dura”, interrompido desde o final do Governo Figueiredo e da sua abertura lenta, gradual e segura.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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