
Três denúncias, um inquérito já instaurado e cinco inquéritos por instaurar estão tirando o sono do presidente Michel Temer.
Ele já pensa até em dar uma voltinha de um ano pela Europa, gozando os capitais acumulados e deixando a fervura baixar por aqui.
O golpe jurídico-parlamentar que se iniciou um dia depois das eleições presidenciais de 2014 vem dizimando seus principais artífices. A autofagia é típica das tomadas espúrias de poder. Aécio Neves é uma sombra do que já foi; Temer fugirá do País; Cunha, o rei do baixo clero, está preso e muitos dos golpistas frequentam com pontualidade as instalações da Polícia Federal.
Tudo está caindo no colo das Forças Armadas, que desde a abertura de 1985 procuram uma reinserção nos círculos mais centrais do Poder.
Agora assume a república trumpista-evangélica-fundamentalista. É discricionário o novo patamar de poder, enquanto os eleitos afirmam “vou fazer isso e aquilo, cortar aqui e ali, afastar isso e por isso”. Nada será como dantes, apesar da oposição acreditar que tudo vai piorar, num “loqueteio” como o já demonstrado neste período de transição.
Como disse o ex-presidente da Câmara e um dos principais articuladores do golpe, que Deus se apiede desta Pátria.

Não se esqueçam.
Temer foi eleito pelo PT!