
Atos ou ações que não são mais crimes, contravenção ou motivos para anedotas:
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Pescar em área ambiental protegida ou, segundo versão mais otimista, “apenas segurar na vara”;
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Apresentar mais de R$300 mil de notas fiscais, seriadas e da empresa do amigo, para resgatar despesas frias na Câmara dos Deputados. Foi o que fez o ex-deputado Ônus Longneck.
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Propagar via jornais, rádios e emissoras de TV inverdades científicas, como “Deus criou o homem e depois retirou uma costela para fazer a mulher.”
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Extorquir funcionários da Assembleia e da Câmara, tomando de volta os seus salários.
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Nomear um tabacudo para presidir a Agência de Exportação e depois descobrir que de línguas estrangeiras o dito cujo vai só até o “I love you”.
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Chamar o maior jornal do mundo, o New York Times, de trotskista, mesmo sabendo que nos Estados Unidos imprensa e liberdade de expressão são sagradas. Apesar do Trump.
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Reescrever a história em livros didáticos com a versão exclusiva dos opressores, ditadores e torturadores.
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Debater na internet o tamanho do tico-tico do irmão.
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Determinar pela manhã, hesitar durante a tarde e mudar de ideia durante a noite, mesmo que isso aconteça numa das maiores nações no mundo e coloque, em polvorosa, indicadores financeiros e outros parâmetros de mercado.
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Liberar livros didáticos com informações sem referência bibliográfica, propaganda sei lá do quê e erros de ortografia não percebidos na hora da revisão.
