Passando o pano pro Capitãozinho, Mourão diz que Flávio nada tem a ver com o Governo.

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, avaliou que o  caso envolvendo movimentações financeiras atípicas do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e de seu ex-assessor Fabrício Queiroz não é assunto do governo que começou em 1º janeiro, apesar de o parlamentar ser filho do presidente Jair Bolsonaro.

“É preciso dizer que o caso Flávio Bolsonaro não tem nada a ver com o governo”, disse à Reuters Mourão, que assume interinamente a Presidência da República enquanto Bolsonaro participa do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, neste domingo (20).

Para Mourão, é preciso aguardar o andamento dos fatos e investigações antes de se tirar conclusões.

Flávio Bolsonaro é investigado na esfera cível da Justiça do Rio de Janeiro por suspeita de movimentação atípica detectada pelo Conselho de Controle de Atividade Financeiras (Coaf).

Existem mais de 20 generais participando desse Governo. Vamos ver se todos concordam com Mourão. Inclusive no caso do cheque de R$24 mil para a primeira dama e no caso da filha de Fabrício Queiroz, que ao mesmo tempo trabalhava no gabinete de Jair Bolsonaro e numa academia no Rio de Janeiro.

Na verdade, os bolsonaros já estão identificados como petequeiros pela opinião pública.

Como diz o provérbio popular, “quem rouba um pão é ladrão; quem rouba um milhão é barão”.

Seja bem vindo ao baronato da corrupção institucional.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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