Ministros militares se irritam com decisão de Bolsonaro sobre Mourão

Ministros militares com assento no Palácio do Planalto ficaram irritados com a decisão de Jair Bolsonaro de não passar a Presidência para o vice-presidente Hamilton Mourão a partir da próxima segunda-feira (28), quando o presidente será operado em São Paulo.

Segundo o colunista Guilherme Amado, da Época, o comentário no Planalto foi de que Bolsonaro havia sido “teimoso” ao decidir não passar o bastão ao general.

Disseram ainda que ele não foi devidamente orientado sobre a delicadeza do procedimento ao qual será submetido, ainda no âmbito da facada que recebeu em setembro passado, em Juiz de Fora (MG).

A ideia de Bolsonaro é continuar trabalhando normalmente durante o período em que estiver no hospital.

Tenho dito e repetido aqui neste espaço: em seis meses, Jair Messias será um fantasma nos corredores do Planalto.

Quem de fato mandará e desmandará serão os militares – eles já são 31 em diversos departamentos do Governo.

A caneta BIC de tampa azul só sairá do seu bolso após comando dos militares.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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