Ministros militares com assento no Palácio do Planalto ficaram irritados com a decisão de Jair Bolsonaro de não passar a Presidência para o vice-presidente Hamilton Mourão a partir da próxima segunda-feira (28), quando o presidente será operado em São Paulo.
Segundo o colunista Guilherme Amado, da Época, o comentário no Planalto foi de que Bolsonaro havia sido “teimoso” ao decidir não passar o bastão ao general.
Disseram ainda que ele não foi devidamente orientado sobre a delicadeza do procedimento ao qual será submetido, ainda no âmbito da facada que recebeu em setembro passado, em Juiz de Fora (MG).
A ideia de Bolsonaro é continuar trabalhando normalmente durante o período em que estiver no hospital.
Tenho dito e repetido aqui neste espaço: em seis meses, Jair Messias será um fantasma nos corredores do Planalto.
Quem de fato mandará e desmandará serão os militares – eles já são 31 em diversos departamentos do Governo.
A caneta BIC de tampa azul só sairá do seu bolso após comando dos militares.

