Que tal ser Presidente da República e deixar de molecagens?

O deputado federal Marcelo Freixo, que sofre na pele o perigo de se contrapor às milícias cariocas, lamentou a atitude do Presidente da República ironizando a renúncia de Jean Willys, pelo mesmo motivo.

A decisão do deputado federal baiano Jean Wyllys de não assumir seu novo mandato e viver fora do Brasil gerou repercussão no mundo político.

Em Davos, na Suíça, para participar do Fórum Econômico Mundial, o presidente Jair Bolsonar publicou algumas mensagens em seu perfil no Twitter ironizando a novidade. Após repercussão negativa, ele negou que se referia a Wyllys.

No perfil do presidente, pouco depois da notícia, foi publicado “Grande dia”, com um sinal de positivo. Minutos depois, seu filho, o deputado federal pelo PSL-SP, Carlos Bolsonaro, postou “Vá com Deus e seja feliz”, seguido pelo mesmo sinal de positivo.

Bolsonaro ainda publicou, isoladamente, vários emojis, incluindo uma bandeira do Brasil e um avião decolando. Todas as publicações foram entendidas como provocações, e recebidas com aplausos pelos apoiadores do presidente e xingamentos dos que são contrários.

Depois da repercussão, Carlos tentou justificar em uma resposta ao seu primeiro tuíte, marcando Bolsonaro e colocando um avião, dando a entender que queria se referir à viagem de volta do pai. Mas a maioria dos internautas não acreditou.

Entre eles estava o deputado federal eleito Marcelo Freixo (PSOL), que também respondeu a Bolsonaro:

“Que tal você começar a se comportar como presidente da República e parar de agir como um moleque? Tenha postura”, criticou.

David Miranda, vereador do PSOL que vai assumir a vaga de Jean, também tuitou lamentando o comportamento do presidente. “Respeite o Jean, Jair, e segura sua empolgação. Sai um LGBT mas entra outro, e que vem do Jacarezinho. Outro que em 2 anos aprovou mais projetos que você em 28. Nos vemos em Brasília”. Com informações do Correio*.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

4 comentários em “Que tal ser Presidente da República e deixar de molecagens?”

  1. Quem o Adélio visitou na Câmara Federal antes do atentado contra Bolsonaro?
    Aí tem coisa…
    Agora pede asilo político?

  2. O pior é que eles inventam as fake news e eles mesmos acreditam. Esse presidente que essa turma arrumou está passando vergonha dia sim e no outro também. Lamentável que para ficar pendurado no twitter ele encontre tempo, mas para expor as suas “brilhantes” ideias, frente a um público que não seja composto de bolsominios, fuja com sua bolsinha pendurada e cheia com o conteúdo produzido pelos seus pensamentos.

      1. Fácil. Ele como chefe da PF manda investigar e prender, não deve ser difícil obter as provas já que os Bolsominions que não são famosos pela inteligência já investigaram e encontraram os culpados.

        Não se cansam de utilizarem as fake news para desviarem o foco das presepadas que Bob pai e Bobs filhos aprontam.

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