Depois de mais de um ano deprimidas, cotações de feijão explodem em todo o País.

No dia de hoje foi vendido, na Bolsinha, em São Paulo, o feijão da variedade Carioca entre R$350 e R$360 a saca de 60 quilos. Há um ano o feijão era vendido no Oeste da Bahia por R$95,00 a saca.

O fato afastou os irrigantes do cultivo da leguminosa, quando a soja, de cultivo bem menor, estava alcançando cotações acima de R$60,00.

Veja o relato do Informativo da Bolsinha:

“O mercado nesta quinta-feira operou com as sobras de ontem. Foram ofertadas 10 mil sacas e foram negociadas aproximadamente 5 % do total, restando até as 6:41 hrs a quantidade de 9,5 mil sacas. O mercado segue estável.

Ontem durante o dia alguns lotes foram vendidos diminuindo as sobras para esta madrugada, porém hoje praticamente não teve vendas. Foi negociado apenas um lote de 500 sacas de mercadoria comercial.”

Para o feijão preto, que tem forte consumo no Rio de Janeiro e nos três estados da Região Sul, as cotações atingiram R$275,00.

Quem sofre com a alta do feijão é o consumidor, tendo-se em vista que o feijão-com-arroz e o feijão com farinha é a base da alimentação das populações menos privilegiadas.

Nos mercados do Oeste o feijão já está entre 7 e 8 reais o quilo.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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