Plano de fuga dos chefões do PCC leva à prisão de segurança máxima

Marcola: plano de fuga interrompido

Apontado como chefe do Primeiro Comando da Capital (PCC), Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, foi transferido para um presídio federal. Além dele, outros 21 integrantes da facção paulista tiveram o mesmo destino. Os presos estavam na Penitenciária 2 de Presidente Venceslau e em Presidente Bernardes, no interior de São Paulo, e foram levados para presídios federais em Brasília, Mossoró, no Rio Grande do Norte, e Porto Velho, em Rondônia.

Segundo informações do G1 SP, o prazo de permanência nas unidades federais é de 360 dias. Nos primeiros 60, eles ficarão no Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), em cela individual e com limitação a horário de banho de sol e de direito a visitas.

A transferência deles é consequência da descoberta, por parte do governo paulista, da existência de um plano de fuga para os chefes da facção e ameaças de morte ao promotor que combate o grupo no interior do estado. Os criminosos atuam tanto dentro quanto fora dos presídios brasileiros. Com edição do Bahia Notícias.

Marcola é condenado a 232 anos de prisão.

Avatar de Desconhecido

Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

Deixe um comentário