Chuva em Luís Eduardo Magalhães encheu os pluviômetros

 

Tudo aquilo que não choveu em dezembro, chegou neste dia 2 de janeiro. Na redação de O Expresso, a marca de 128 mm foi ultrapassada. Isso significa que choveu mais de 128 litros por metro quadrado ou que toda a extensão do solo ficaria com uma lâmina de 13 centímetros de água, caso fosse perfeitamente plana.

Numa cidade em que macro e micro drenagem não existem, a tendência é acontecer o que de fato aconteceu: ruas e canais inundados e estragos na pavimentação em todos os lados. Amanhã, no rescaldo da chuvarada – que neste horário 20h50m segue lenta mas firme – saberemos de todos os danos causados na cidade.

Uma marca de 128 mm é praticamente a metade da precipitação esperada para um mês, 250 mm, o que atenderia com folga os cultivos do Município, 8,33 mm por dia, mesmo em condições de alta evapotranspiração das plantas.

 

Vídeos da redação do blog de Sigi Vilares.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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