Como não bastasse o lixão municipal, a cidade de Luís Eduardo Magalhães está tomada de pequenos e grandes depósitos de sujeira e monturos nas áreas periféricas às regiões urbanizadas. O repórter Wesley Santos localizou vários na cidade, os principais deles no prolongamento da avenida Brasília, na rua Tancredo Neves, no Mimoso II, e no bairro Santa Cruz.
Não precisa ser uma autoridade em saneamento e saúde pública para concluir que esses locais são focos de doenças, com proliferação de mosquitos e roedores.
“Do que adianta aderir a campanha do mosquito da dengue se os criadouros deles estão na cidade durante todo o ano. É pra sair bonito na imprensa local e regional?”, indagou um morador ao Repórter.
Irresponsabilidade absoluta da Administração Municipal e de moradores que optam por descartar o seu lixo nesses locais. A Municipalidade tem ferramentas disponíveis para coibir esse tipo de ação, a toda poderosa Guarda Municipal; tem a Infraestrutura para fornecer máquinas e equipamentos para a retirada dos monturos; e tem a famosa Secretaria de Meio Ambiente para fiscalizar o cumprimento do Código de Posturas. Além, é claro, da Secretaria da Saúde para detectar focos de mosquito e outros animais nocivos.
O Prefeito precisa parar de aparecer na mídia, anunciando avanços inócuos na construção do novo aterro sanitário. Hoje mostrou uns papelinhos, dizendo que foi autorizada a supressão vegetal da área. Isso não era para estar providenciado desde o dia em que adquiriu a área?
Reportagem e fotos de Sigi Vilares, com edição de O Expresso.











