Até ontem o Oeste baiano, principalmente a região mais fronteira às escarpas da divisa com Goiás e Tocantins, contabilizava cerca de 200 mm de chuvas apenas no mês de fevereiro, igual à média de todo o período nos últimos anos. No entanto, no dia de hoje, a chuva que começou ainda pela manhã, deve acrescentar pelo menos mais uns 50 mm a essa soma.
Em algumas ruas de Luís Eduardo Magalhães os buracos surgem da noite para o dia, principalmente em vias onde o asfalto é mais antigo. Os inúmeros quebra-molas das cidades formam represas, com lâminas d’água de 15 centímetros, que, na maioria das vezes reservam surpresas desagradáveis para os motoristas.


