Gripe H1N1 também tira o sono das autoridades da Saúde.

Informação de Jairo Costa Júnior, na coluna Satélite, do Correio:

“Enquanto os olhos se voltam para os primeiros casos confirmados de coronavírus na Bahia, é outra doença que vem tirando o sono de autoridades em saúde pública e equipes de vigilância epidemiológica no Estado, sobretudo, na capital e maiores cidades do interior.

Segundo apurou a Satélite, foram registrados nos últimos dias um aumento substancial de pacientes infectados por H1N1, vírus causador da chamada gripe suína, responsável, há cerca de uma década, por epidemia semelhante à atual e com taxa de letalidade próxima a do novo coronavírus.

Como as atenções estão voltadas para o Covid-19, as autoridades da área mantêm o H1N1 longe do radar da imprensa.”

Pandemia de gripe A (H1N1) iniciou em 2009. Em agosto o Ministro da Saúde declarou que 78% dos casos de gripe no país são decorrentes do H1N1 e 20% das mortes mundiais são brasileiras. Em 26 de agosto o Ministério da Saúde confirmou que os casos fatais chegaram a 557, o que levou o país a liderar o número de mortes pela pandemia em todo o mundo.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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