Bolsa cai, dólar sobe, soja surfa no dólar e feijão de boa qualidade sumiu.

Paulo Withaker, da Reuters

O índice B3 da Bolsa de Valores, que atingiu seu recorde no dia 2 de janeiro, ultrapassando os 118.000 pontos, hoje mergulha mais um pouco, caindo 5,02% para 63.704 pontos.

O dólar, apesar das intervenções do Banco Central e da violenta torrefação das reservas cambiais do País, está crescendo 2,09% frente ao Real, para R$5,12.

A cotação da soja sobe para R$79,00, na média entre Luís Eduardo e Barreiras, e já alcança 100 reais nos portos, embalada pelo dólar. O milho, continua leve escalada de preços no Oeste baiano para R$45,25 a saca.

O mercado do feijão, na Bolsinha de São Paulo, nesta segunda-feira recebeu um volume restrito de entradas. Foram ofertadas 15 mil sacas e foram negociadas aproximadamente 37 % do total, restando até as 6h38 a quantidade de 9,4 mil sacas. O mercado segue firme. Hoje o movimento de compradores foi fraco.

Nesta madrugada, não havia no disponível feijão carioca extra nota 9,5 e foram negociadas apenas mercadorias nota 8,5 e 9. A colheita durante o período de chuvas constantes fez com que o feijão de melhor qualidade sumisse do mercado.

O carioca comercial atingiu R$300,00 a saca e o feijão preto, R$200,00.

Avatar de Desconhecido

Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

Deixe um comentário