A FIESP muda a fachada em desagravo à República Popular da China. Agronegócio preocupado.

A poderosa Federação da Indústria de São Paulo tentando consertar a falta de bom senso do Governo, que mais parece uma locomotiva no cio, em disparada morro abaixo. Só que isso não diminui a irresponsabilidade de Dudu Bananinha e do Lelé Weintraub da Cuca.

Os militares que estão no Poder, entre eles os executivos Braga Netto e Mourão deveriam mandar prender essas duas figuras para responder IPM – Inquérito Policial Militar com base na Lei de Segurança Nacional. O clima de 1968 nos já temos, só faltam os atos.

Agronegócio preocupado

Lideranças do agronegócio brasileiro afirmaram nesta segunda-feira, 6, que é preciso ter cautela na forma como o País trata a China, o principal destino das exportações agropecuárias e um dos parceiros comerciais mais importantes.

É consenso entre as autoridades ouvidas pelo Estadão que o momento é de cautela e de pacificação diante das incertezas causadas pelo avanço da pandemia do coronavírus, que já contaminou 1,3 milhão de pessoas e deixou mais de 73 mil mortos.

“Nossa preocupação nesse momento é de pacificar e manter as boas relações. Não queremos briga, precisamos dar suporte ao governo para atravessar crise. Estamos muito preocupados e precisamos de cautela”, afirmou o ex-ministro da Agricultura Neri Geller, hoje deputado federal pelo PP-MT.

No Mato Grosso, 8 em cada 10 sacas de soja – a principal commodity agrícola exportada pelo País – têm como destino a China. Diante da tendência de redução de consumo e de desaceleração econômica, Geller e outras lideranças pedem serenidade.

Em 2019, as exportações do agronegócio totalizaram US$ 96,7 bilhões – a China foi responsável por 35% das compras.

No fim de semana, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, insinuou que os chineses se beneficiaram da crise do coronavírus e postou imagens do personagem Cebolinha na muralha da China trocando ‘L’ pelo ‘R’, em alusão a como os chineses falam. Depois, apagou a postagem.

A Embaixada da China no Brasil respondeu que as publicações eram “completamente absurdas e desprezíveis, que têm cunho fortemente racista e objetivos indizíveis, tendo causado influências negativas no desenvolvimento saudável das relações bilaterais China”.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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