Bolsonaro escolhe ministro da Educação que quer privatizar tudo.

Algo me diz que está nova escolha vai feder demais.

Jair Bolsonaro convidou o secretário de Educação do Paraná, Renato Feder, para comandar o Ministério da Educação após a dupla polêmica da saída de Abraham Weintraub e da desistência de Carlos Decotelli.

O empresário havia apresentado a Bolsonaro um de seus principais planos para o MEC, que seria criar uma estrutura na pasta para ampliar o acesso de alunos ao ensino à distância.

Além de Feder, Anderson Correia, atual reitor do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica), foi sondado por assessores de Bolsonaro e enviou o currículo para análise, mas não teve retorno positivo.

Em 2016, Feder e o sócio, Alexandre Ostrowiecki, administradores da empresa de informática Multilaser Industrial S.A., foram denunciados pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da Coordenadoria de Combate à Sonegação Fiscal (Coesf), por fraude de ao menos R$ 3,2 milhões em Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Do 247 e Metrópolis

Está tudo certo: o primeiro ministro da Educação de Bolsonaro era maluco e não falava português; o segundo, Weintraub, era nazista, maluco e não escrevia em Português; o terceiro, o que foi sem ser, Decotelli, mitômano: o quarto, esperamos que fale, escreva e pague seus impostos em dia.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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