Feijões Fradinho e Caupi atingem até R$315,00 a saca na Bahia.

A necessidade de informações para tomada de decisões não é somente uma demanda crescente dos produtores de Feijões phaseolus, mas dos vignas também. Feijões como o Pingo-de-Ouro e os chamados caupis-brancos do Mato Grosso, como Tumucumaque e Nova Era, têm despertado crescente interesse por parte de produtores do Pará e do Maranhão, por exemplo.

Estes Feijões são extremamente interessantes. Ontem à noitinha, um cerealista de Primavera do Leste comentava que o rendimento bruto de R$ 5.000 por hectare com o curto ciclo dos Feijões-caupis se tornou este ano uma das melhores opções dos produtores.

Os valores de R$ 200 na região de Sorriso, no Mato Grosso, e R$ 220, em Primavera do Leste, confirmam esta afirmação. Na Bahia já aconteceram negócios por até R$315,00 no Pingo-de-Ouro.

Com preços menores e cozimento mais rápido, os feijões vigna serem foram alternativa das mesas dos menos favorecidos no Nordeste. Para os produtores, ciclo curto e colheita totalmente mecanizada também são alternativa rentável sob irrigação.

O feijão carioca em São Paulo, com origem em Avaré, está sendo negociado a R$295,00 no mercado atacadista. O preto catarinense entre R$220,00 e R$240,00. 

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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