E depois de 1.200 milímetros de chuva, como as coisas vão ficar?

Se com as duas chuvinhas que caíram em Luís Eduardo Magalhães, que somam não mais que 25 mm, os estragos nas obras recentes da Prefeitura Municipal, foram tantos, imagine, caro leitor, como estará a cidade depois de 1.200 a 1.500 mm de precipitações previstas para esta temporada.

Obras eleitoreiras, feitas às pressas, ao que parece sem supervisão técnica adequada, resultaram nos primeiros e grandes prejuízos. Dupla penalização ao contribuinte, que esperou mais de 3 anos pelas obras e que terá de pagar de novo pelos malfeitos na próxima gestão.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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