Durante a sua primeira coletiva de imprensa, realizada na manhã de ontem (02), na sede da secretaria de Assistência Social, o prefeito Júnior Marabá reafirmou o compromisso com a população de Luís Eduardo Magalhães.
“Vamos tomar as medidas necessárias para que a mudança de fato aconteça, custe o que custar, vamos atender a população”, disse.
Júnior que já enfrentou dificuldades na transição, por causa da falta de transparência da gestão anterior, contou que encontrou a prefeitura sem o mínimo de estrutura física de trabalho. “Hoje do jeito que estamos recebendo a prefeitura, não há condição mínima de atendimento, prédios praticamente vazios com móveis sujos e abandonados”.
Visando assegurar o acesso das pessoas aos serviços públicos já na próxima semana, foi montado um esquema de mutirão, que funcionou durante o final de semana.
Cortes de gastos
Diante do endividamento de R$ 85 milhões da prefeitura, fruto dos empréstimos tomados pela gestão passada, e com o objetivo de equilibrar as contas do município, o número de secretarias foi reduzido. “Começamos com nove secretarias, é um corte de gastos necessário. Quando alcançarmos a estabilidade financeira, retornaremos com algumas dessas outras cinco pastas, se necessário”.
Saúde
Para o prefeito, a preocupação mais urgente no momento é a saúde da população. Desde o resultado das eleições em 15 de novembro, muitas pessoas não conseguiram atendimento na área. “Existe uma demanda reprimida de pessoas que precisam de cirurgia, exames, tratamento e isso foi negado. É o que mais assusta qualquer pessoa e estamos trabalhando para mudar essa realidade”.
Educação
Na Educação, outro desafio. De acordo com Júnior, para concluir o ano letivo de 2020, será necessária a criação de uma plataforma para aulas online. Após isso, pautar como inicia o ano letivo de 2021 para os cerca de 20 mil alunos do município.
Relação com a Câmara
Após a reviravolta na eleição para presidência da Câmara, com a traição inesperada, Júnior falou que espera que os vereadores cumpram o seu papel constitucional.
“Acredito que a Câmara deva aprovar os projetos que beneficiam a população. Caso a Câmara venha recusá-los, esses projetos serão expostos e a população vai cobrar a Câmara”.
