País ultrapassa de novo a marca de 1.000 mortes em 24 horas de contaminados por Covid

Já que o Grande Coiso se declarou inapto, incompetente, inconsistente, tolo mesmo, beirando a idiotia, não seria o caso de entregar a coordenação de controle da pandemia a um conselho de infectologistas, cientistas e médicos especialistas, sem a concorrência perniciosa da ideologia e das politicagens eleitoreiras? Pare de fazer negócios com as vidas dos brasileiros, Soberano Coiso.

Grandes cidades começam a sofrer com lotação de leitos acima dos 90%.

Com mais de 90% dos leitos municipais ocupados, municípios de São Paulo e Amazonas inspiram preocupação quanto ao combate à covid-19, neste início de 2021.

O Brasil voltou a registrar mais de mil novas mortes causadas pela covid-19 em um intervalo de 24 horas. Em boletim divulgado hoje, o Ministério da Saúde confirmou que foram cadastrados 1.171 novos óbitos provocados pela doença de ontem para hoje.

Desde o início da pandemia, 197.732 pessoas morreram em todo o país. Segundo dados do Ministério, as últimas vezes nas quais houve registro de mais de mil novas mortes por covid-19 em um intervalo de 24 horas foram em 29, 30 e 31 de dezembro, com 1.111, 1.194 e 1.074 novos óbitos, respectivamente.

Nesta segunda-feira (4/1), a ocupação nos hospitais públicos de Guarulhos, na Grande São Paulo, chegou a 93,4%. A ocupação dos leitos municipais dos municípios do estado de São Paulo como um todo, tanto de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) quanto de enfermaria, está em 62%, em média.

Situação parecida com a vivenciada em Manaus (AM), que teve aumento acelerado de hospitalizações nas duas últimas semanas. Os hospitais particulares da capital do estado estão sem leitos exclusivos para Covid-19, o que causou um aumento na demanda para a rede pública.

Na segunda (4/1), a taxa de ocupação dos leitos de terapia intensiva chegou a 92% na capital do Amazonas. O alto número de internações fez com que algumas macas ficassem nos corredores dos hospitais e diversas unidades de saúde sofreram com a impossibilidade de adotar o distanciamento entre pacientes. Também os profissionais de saúde ficaram sem local adequado para descanso e sem refeitório.

Contudo, não somente Amazonas e São Paulo sofrem com o problema, o estado da Bahia possui 58% do total de leitos ocupados. Ao todo, o estado registrou 4.302 casos ativos até o começo desta semana e o total de 9.246 óbitos desde o começo da pandemia.

Já o estado do Maranhão possui, na capital, São Luís, 49,44% dos leitos de UTI e 43,70% dos leitos clínicos ocupados. O cenário é mais positivo no interior do estado, que possui 25,56% de leitos clínicos e 13,59% de leitos para UTI sob ocupação.

Do Correio Braziliense, editado.

 

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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