A esquizofrenia no último grau. Presidento ataca todos, com metralhadora giratória.

Querem as últimas notícias do nosso idolatrado Presidento?

“Querem me tachar de genocida. Quem eu matei?”


Respondendo ao apresentador do principal jornal da Globo:

Bonner: “você é o maior canalha que existe”

O presidente também atacou o influenciador digital Felipe Neto e seu ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.


Por seu turno a jornalista Thais Oyama reproduz a afirmação de um assessor:

Ele apoia Trump e assim seguirá”. O auxiliar presidencial afirmou estar convicto de que Bolsonaro não irá fazer qualquer manifestação crítica à incitação do americano à invasão do Capitólio. De acordo com ele, o presidente “projeta-se” no republicano e crê de verdade que Trump foi vítima de fraude nas eleições — da mesma maneira que ele próprio teria sido trapaceado no primeiro turno de 2018 e pode voltar a ser em 2022, caso o sistema de votação eletrônica não seja modificado.


Continuando sua carreira negacionista:

“Não precisa muita vacina, a metade das pessoas não vai tomar.”


O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (7/1) que apesar de a população cobrar agilidade de seu governo, “não dá” para apressar as coisas. A declaração foi feita a apoiadores na saída do Palácio da Alvorada, dias após o mandatário dizer que “o Brasil está quebrado” e que não consegue fazer nada.

Bolsonaro comparou o país com um navio e relatou que não consegue “dar um cavalo de pau num transatlântico”. Ele também disparou ataques contra a imprensa.

“Não dá. Não dá para mudar um navio de curso rapidamente, dar um cavalo de pau num transatlântico. A gente vai fazendo devagar. Nós passamos dois anos sem acusação de corrupção e, daí, um grande pool de jornalistas investigativos mundiais me elegeu o mais corrupto do mundo. E tem gente que acredita nessas porcaria ainda”, disparou.


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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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