Olha o tamanho do crime e da imprevidência perpetrados em Manaus.

Isso tudo com Prefeito do PSDB e Governador do PSL, a bunda e as calças com o regime, visita do sinistro Pazuello e todo o mais. São 15 mil casos registrados nos últimos 5 dias e não existe nem a possibilidade de abrir novos leitos, pois falta oxigênio e pessoal. 

A ocupação de leitos clínicos chegou a 126% e, de UTIs, a 107%.

No domingo, 14, menos de uma semana depois da visita de Pazuello a Manaus, as internações atingiram 254. Agora caíram para 112, pelo simples motivo de que não existe oxigênio e pessoas, com mínimas posses, preferem fornecer oxigênio, obtido a maioria das vezes em câmbio negro, em casa para seus doentes.

Um hospital particular, com 200 leitos, conveniado, não está recebendo pacientes por falta de oxigênio.

O Ministro da Logística continua em Manaus, mas mesmo um comboio, com no mínimo quatro carretas de oxigênio, que se aventurou a encarar os atoleiros da BR 319, entre Porto Velho e Manaus, não supriu a demanda. O comboio foi acompanhado pela PRF, DNIT e carretas carregando máquinas rodoviárias pesadas, para puxar os caminhões nos atoleiros.

A demorada opção de transportar carretas de oxigênio em balsas leva até 7 dias de Belém a Manaus. Aliás, em Belém e cidades do Pará também já sentem a falta de oxigênio para atender seus doentes.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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