Luís Eduardo Magalhães: prefeito mantém decreto Municipal

O prefeito Junior Marabá decidiu pela manutenção do toque de recolher às 22 horas, publicado no Decreto Municipal nº 250/2021, mesmo após a recomendação do Ministério Público em seguir à risca o Decreto Estadual nº 20.260.

“Luís Eduardo Magalhães difere da região metropolitana de Salvador, onde acredito ser a maior preocupação do Governo do Estado. Temos em Luís Eduardo apenas 33 casos ativos e 3 internações, para um universo de 100 mil habitantes”, disse o prefeito Junior.

“Não podemos sacrificar o comércio e prejudicar aqueles que dependem de seus empregos. Tenho a obrigação de cuidar das nossas famílias”, concluiu Marabá.

Vale lembrar que, desde os seus primeiros decretos. o Estado tem mantido a Região Oeste fora das suas restrições mais severas, justificando assim a flexibilidade determinada pelo executivo municipal.

“Além da vacinação, e de todo cuidado exigido nos comércios locais, estamos fazendo também o trabalho preventivo, com a entrega de um Kit com Azitromicina, Dipirona, Ibuprofeno, Dexametazona, Ivermectina e Zinco. Nossa parte no combate ao Covid-19 nós estamos fazendo desde o início do governo”, disse o prefeito Junior Marabá.

“Agora é continuar com os cuidados que já adotamos e se dedicar para que a aquisição das vacinas aconteça o mais rápido possível para que possamos imunizar a nossa população, sem ter que sacrificar o emprego das nossas famílias”, concluiu Junior.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

2 comentários em “Luís Eduardo Magalhães: prefeito mantém decreto Municipal”

  1. Tem jeito não, sai prefeito, entra prefeito e só troca as imbecilidades. Kit preventivo? Ivermectina? Recurso público jogado no lixo com base em prescrição do doutor cloroquina do Planalto. Que decepção! Se bem ao apoiar o Temer já não podia se esperar muita coisa.

  2. Pior de tudo é o Executivo Municipal querendo se sobrepor ao Estadual mesmo contrariando o Ministério Público. Será que não entenderam ainda que a questão não é quem está certo ou errado, simplesmente não existem mais leitos disponíveis em lugar nenhum. É uma questão de vida e morte, não podem exigir que pessoas se exponham em nome de fanatismo politico sem nenhum respaldo cientifico.

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