Barbárie: rapaz de 22 anos sofre estupro coletivo e é internado em estado grave.

Polícia de Florianópolis trabalha com a suspeita de participação de três homens; a suspeita é que a ação tenha sido um crime de ódio, mas investigação está sob sigilo.

 (crédito: AFP)

(crédito: AFP)

Um jovem de 22 anos está internado em estado grave, após sofrer estupro coletivo e ter o corpo riscado com palavras homofóbicas. O crime aconteceu em Florianópolis (SC), na última segunda-feira (31/5), mas só ganhou repercussão, neste sábado, ao ser divulgado nas redes sociais de defensores da causa LGBT.

Segundo a publicação, três homens são suspeitos de inserir objetos cortantes no ânus da vítima, que também foi obrigada a escrever em seu próprio corpo palavras como “veado”. Em seguida, abandonaram o rapaz, que não teve o nome revelado, na região central da cidade.

Em nota, a Ordem dos Advogados do Brasil de Santa Catarina (OAB-SC) manifestou repúdio ao crime e solidariedade ao jovem e aos familiares.

A presidente da Comissão de Diversidade Sexual e Gênero da OAB Santa Catarina, Margareth Hernandes, comentou o caso: “mais um dia de violência no país que mais mata homo e transexuais no mundo. Essa violência que cresce assustadoramente”.

Inicialmente, o caso era de responsabilidade da Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso (DPCAMI), mas foi repassado para a 5ª delegacia de Polícia da Capital. As investigações estão em andamento e seguem em sigilo.

Conteúdo do Correio Braziliense, editado.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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