Até atingir 200.000 óbitos a progressão da doença pareceu lenta: 10,5 meses. Era a primeira onda.
Apenas 76 dias depois já tínhamos mais 100 mil mortes e, de maneira frenética, em apenas 36 dias chegamos aos 400 mil.
Agora, com 32 dias já foram registradas mais 74 mil mortes.
Estamos num platô de estabilidade em alta.
A pergunta que nos resta é a seguinte: com as vacinas pingando aos pouquinhos, com a fome grassando entre os mais vulneráveis, com a eliminação de todas as medidas restritivas de contágio, com a entrada de novas cepas mais agressivas na contaminação e ultrapassando a imunização das vacinas, em quanto tempo atingiremos 1 milhão de mortes?
Com gráficos do GGN Covid Brasil.

