Barreiras: em 31 dias, 73 mortes, cinco a cada dois dias.

Há 31 dias – lembrando que o mês de maio é de 31 dias – Barreiras, com 100% dos leitos clínicos e de UTIs lotados, além de uma demanda reprimida na regulação, informava 189 óbitos e 1.278 casos ativos. Era o auge da 2ª onda na Capital do Oeste.

Com o boletim de terça-feira , pode se ver o resultado da grave crise:

Os casos ativos caíram para a metade. A pressão sobre a ocupação hospitalar amainou. Mas o número de mortes é uma clara demonstração da gravidade da crise sanitária: 73 óbitos, uma média de 2,35 mortes por dia. O relato macabro segue: num ciclo de 3 dias, foram registradas 15 mortes.

No momento, o litoral baiano enfrenta um recrudescimento da contaminação, o que deve se refletir no Oeste entre 30 e 45 dias, como ocorreram nas duas primeiras ondas.

Mas tem a vacina, não tem? A vacina está sendo fornecida a conta-gotas pelo Governo do Estado, que também as recebe no mesmo ritmo.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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