Tóquio tem situação agravada de Covid depois da Olimpíada.

Símbolo instalado para os Jogos Paralímpicos de Tóquio, no Japão - anéis

A Paralimpíada de Tóquio será realizada em circunstâncias “muito difíceis”, disseram seus organizadores nesta sexta-feira (20), já que os hospitais da cidade-sede estão sobrecarregados no momento em que o Japão enfrenta sua pior onda de infecções de covid-19, impulsionada pela variante Delta.

Faltando menos de uma semana para o evento, o jornal Asahi noticiou nesta sexta-feira (20) que um hospital de Tóquio recusou um pedido dos organizadores para receber casos de emergência dos Jogos, priorizando pacientes locais com covid-19.

“Olhando a situação médica, não podemos evitar dizer que faremos a Paralimpíada no meio de uma situação muito difícil”, disse Hidemasa Nakamura, autoridade responsável pela realização da Tóquio 2020, em uma coletiva de imprensa. “O que fazemos se tivermos um caso que fica gravemente doente, dada a situação apertada dos leitos de hospital? Temos que ter um fluxo de contato alinhado e incluir os hospitais e instalações médicas neste fluxo de contato.”

Os organizadores disseram que adotarão protocolos contra a covid-19 na Paralimpíada, o mesmo “manual” usado durante a Olimpíada, que terminou no início deste mês.

Exames frequentes e outras restrições, como limitar a circulação de atletas e autoridades, mostraram-se eficazes para minimizar os riscos de infecção, acrescentaram.

* Reportagem adicional de Rikako Maruyama para Agência Brasil. Foto de Yuichi Yamazaki, para Reuters.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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