“Há algumas semelhanças entre 1955 e 2022. Agora, assim como na eleição depois do suicídio de Getúlio Vargas, há nos quartéis o clima de que a posse do futuro presidente passa pelo aval dos generais, não importando o número de votos.”
Assim começa um relevante artigo de Thomas Traumann, no portal Poder 360, sobre o atual quadro político e a sua projeção para 2022.
Traumann fala com propriedade: foi chefe da comunicação no Governo Dilma Rousseff, além de jornalista, consultor político-econômico independente, palestrante corporativo e acadêmico e ainda pesquisador da Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro.

