O vereador “federal” Carluxo tem sigilo fiscal e bancário autorizada pelo TJ-RJ.

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Vereador do Rio de Janeiro é investigado pelo MP-RJ por suspeita de praticar “rachadinha” e nomear “funcionários fantasmas” em seu gabinete.

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) autorizou nesta terça-feira (31) a quebra de sigilos bancário e fiscal do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro. As informações são da colunista do UOL, Juliana Dal Piva.

O parlamentar carioca é investigado pelo Ministério Público do Rio (MP-RJ) desde julho de 2019 por suspeita de praticar rachadinha e nomear “funcionários fantasmas”, pessoas que não trabalhavam de fato em seu gabinete na Câmara Municipal do Rio.

De acordo com a coluna, o MP-RJ abriu dois procedimentos para investigar o caso após uma reportagem da revista Época, em junho de 2019, que revelava que Carlos empregou sete parentes de Ana Cristina Valle, segunda mulher de Bolsonaro e sua ex-madrasta. Na reportagem, duas pessoas admitiram que nunca trabalharam para o vereador, embora estivessem nomeados.

Ainda conforme o UOL, o caso tramita na 1ª Promotoria de Investigação Penal. Há outro procedimento para apurar improbidade administrativa do vereador.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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