Morre mulher que teve 90% do corpo queimado quando cozinhava com álcool.

Nesta segunda-feira (27), morreu Geisa Sfanini, de 32 anos, após ter 90% do corpo queimado enquanto cozinhava com álcool combustível na Grande São Paulo. A informação é da Mídia Ninja.

Segundo reportagem de Deslange Paiva e Paula Paiva Paulo, do g1, Geisa usava o álcool por estar com dificuldades financeiras para comprar o gás. Desempregada, ela sustentava o filho Lucas Gabriel, de 8 meses, apenas com recursos do Bolsa Família.

Todos sabem a quem devemos o valor do preço do gás, o desemprego e a administração dos recursos do Bolsa Família. O Grande Genocídio não aparece nas estatísticas da COVID. Está disseminado entre as crianças que morrem de sub-nutrição, os velhos famintos e desidratados e às jovens mães, como esta. Os fundamentalistas evangélicos que sustentam o O OGRO do Planalto não admitem o aborto que interrompe uma vida. 

Como encarar então a morte de uma mãe como Geisa?

Avatar de Desconhecido

Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

Deixe um comentário