Como fica o Agronegócio do Brasil se a China entrar em guerra com o Ocidente?

Se por um lado os norte-americanos estão dispostos a sacrificar seu agronegócio, entrando em uma guerra contra a China pela defesa de Taiwan e de países do mar do Sul da China, a perspectiva brasileira não é boa.

O desaquecimento da economia chinesa, de um lado, e a insegurança geopolítica de outro, colocam em pé os alertas do Agronegócio. A própria China acredita que irá crescer a economia em apenas 4,9% por ano até 2030.

O gigante asiático, maior parceiro comercial do Brasil, comprou 32,3% de tudo que o país exportou em 2020.

Além disso, a principal preocupação para os produtores brasileiros deve ser o aumento da concorrência por um pedaço do mercado chinês.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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