Fogo amigo: Malafaia diz que vai explodir dois ministros de Jair Messias.

Malafaia, profético: Deus escolheu as coisas vis, de pouco valor, as desprezíveis, para confundir as boas. Um cara simples, com defeitos, com limitações, que levou o País ao desemprego, à fome e à morte nas UTIs do SUS.

Do Poder360, editado.

O pastor evangélico Silas Malafaia, também conhecido como Malacheia ou Malasuerte, apoiador do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), afirmou neste domingo (10.out.2021) que irá publicar um vídeo “denunciando” o nome de 2 ministros do governo federal que “perderam a condição moral” de continuarem em seus cargos.

Em seu perfil oficial do Twitter, Malafaia disse: “Gravíssimo! Atenção povo brasileiro. Dois ministros de Bolsonaro perderam a condição moral de continuarem como ministros. Amanhã vou postar um vídeo denunciando esses inescrupulosos. Será um verdadeiro arrasa quarteirão! Aguardem”.

A publicação foi feita minutos depois do ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, afirmar, em seu perfil no Twitter, que houve uma “falta de consideração” na redução de recursos do orçamento da pasta. O ministro disse que os cortes, feitos a pedido do ministro da Economia, Paulo Guedes, são “equivocados e ilógicos”.

“Ainda mais quando são feitos sem ouvir a Comunidade Científica e Setor Produtivo. Isso precisa ser corrigido urgentemente”, defendeu.

Na semana passada, o Congresso aprovou o PLN (Projeto de Lei do Congresso Nacional) 16, com a divisão de R$ 690 milhões inicialmente previstos para a pasta de Pontes com outros ministérios. A mudança representou corte de cerca de 90% dos recursos que viriam para o MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações) via abertura de crédito suplementar.

Com a alteração, o montante foi destinado, por exemplo, para os ministérios da Educação (R$ 107 milhões), da Saúde (R$ 50 milhões) e do Desenvolvimento Regional (R$ 150 milhões). Na forma em que foi aprovado, deixou R$ 55,2 milhões para o MCTI.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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