Saúde nos estados se nega a exigir receita médica para vacinar crianças.

Ministério da Saúde lança campanha contra covid-19 com Zé Gotinha de máscara

Vários estados estão adotando, através de decisões das suas secretarias de Saúde, a determinação de não exigir prescrição médica para vacinar crianças de 5 a 11 anos. O Distrito Federal foi um dos pioneiros e a Bahia adota a mesma medida. Ao que parece o Zé Gotinha foi libertado, de última hora, das garras do governo negacionista.

Secretários de Saúde reagiram à decisão do ministro da Saúde, Marcelo Gueiroga, de exigir prescrição médica para vacinação contra Covid-19 de crianças de 5 a 11 anos e decidiram conjuntamente que não vão exigir nenhum documento para imunizar a faixa etária, conforme noticiado na Coluna Painel do jornal Folha de S. Paulo, na manhã desta sexta-feira (24/12).

A Bahia não exigirá prescrição médica como elemento obrigatório para a vacinação de crianças de 5 a 11 anos contra a Covid-19. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (24), pela Secretaria da Saúde do Estado.

De acordo com a secretária interina da Saúde, Tereza Paim, “a medida contraria a recomendação do Ministério da Saúde por ela ser descabida, tendo em vista que a segurança da vacina da Pfizer foi atestada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e que o imunizante já foi aplicado em mais de 7 milhões de crianças no mundo”.

A titular da pasta estadual ainda ressalta que “não podemos exigir que, neste momento, com tantos agravos da saúde, em meio a uma pandemia, a surtos de H3N2, enchentes em algumas regiões do Brasil, incluindo a Bahia, crianças não possam ter acesso ao imunobiológico”.

São mais de 1,3 milhão de crianças com idade entre 5 e 11 anos na Bahia, faixa etária autorizada para aplicação da vacina.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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