
Estadão: cagado até o meio das costas durante a Ditadura “Redentora” de 1964.
Eu não imagino que tipo de raciocínio sempre levou os Mesquitas de três gerações a participar ativamente dos golpes de estado e depois ficar se lamentando dos maus tratos das ditaduras.
Nos anos 70, o jornalão dos capitalistas paulistas publicava poemas de Camões e receitas de bolo no lugar das notícias censuradas. Agora, recentemente, esteve a frente dos farialimers no golpe de 2016 e na eleição do Ogro. Pois, saibam, os Mesquita continuam os mesmos. Veja o texto do editorial de ontem:
“Um dos aspectos mais perversos da similaridade entre Lula e Bolsonaro é o modo como tratam as classes mais pobres. Uma vez que medem tudo pelo interesse eleitoral, a vulnerabilidade social, em vez de ser enfrentada responsavelmente, é usada como oportunidade eleitoreira.”
Autor: jornaloexpresso
Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril
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