Oeste baiano também precisa de atenção e socorro para enfrentar chuvas.

Chuva forte entre Wanderley e Muquém do São Francisco

As dimensões da catástrofe que se abateu sobre o Extremo Sul prendeu a atenção do Governo do Estado para o socorro de quase 600 mil pessoas vitimadas. Agora chegou a vez do Oeste baiano, onde as chuvas causam estragos da mesma proporção. Pontes, barragens, estradas comprometidas; residências alagadas em várias cidades; não existe fornecimento de água potável em cidades como Cotegipe e Wanderley; comunidades isoladas na beira do rio Grande.

Agora à noite uma pancada pesada caiu sobre diversas cidades, inclusive Barreiras, causando prejuízos com as enxurradas e inundação de residências.

Muquém
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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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