Influenza atinge altos níveis de internamentos (e óbitos) na Bahia.

Salvador não é mais o foco principal dos casos de influenza na Bahia. Depois de a capital concentrar mais de 70% dos casos baianos da infecção, a doença já começa a aparecer em outros municípios do estado.

Ao todo, são 1.458 casos de H3N2 na Bahia, segundo a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab). Destes, 259 precisaram de internamento e 35 pessoas morreram.

A partir dessa pequena amostra – não levando em conta casos não comunicados – podemos aferir que 17,76% dos pacientes contaminados exigem internamento e, destes, um pouco mais de 13% evoluíram para óbito. O atendimento em alguns municípios aumentou em até 500% em relação aos números registrados em dezembro.

Em Cruz das Almas, no Recôncavo, por exemplo, os atendimentos de pessoas com síndrome gripal passaram de 15 para uma média de 80 a 100 por dia, no último mês – um aumento de 566%. Já em Itacaré, no Sul, há entre 200 e 250 casos suspeitos diários.

Apesar da mudança na concentração dos casos, os números ainda estão crescendo em Salvador. Apenas no último final de semana, houve um aumento de 28,6% no número de casos de influenza na capital baiana, totalizando 993, até esta segunda-feira (3).

A cidade de Feira de Santana, no Centro-Norte da Bahia, é a segunda cidade com maior número de casos confirmados, depois de Salvador, com 66 contaminados, segundo a Sesab.

Do Metro1, editado.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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