Brasil terá 1 milhão de infecções diárias, estima Universidade de Washington.

Ministério da Saúde reduz pela metade os leitos de UTI para covid-19 custeados pela pasta em fevereiro | Atualidade | EL PAÍS Brasil

Projeção considera que os casos são muito superiores aos dados oficiais e devem mais do que dobrar em 15 dias

O Brasil terá aproximadamente um milhão de pessoas infectadas por Covid, por dia, estimam cientistas da Universidade de Washington (EUA), em projeção que considera que os casos são muito superiores aos dados oficiais e devem mais do que dobrar em 15 dias.

Com o apagão de números oficiais sobre a doença, após os sistemas de notificação do Ministério da Saúde entrarem em instabilidade, há um mês, após ataques hackers, não se sabe o quantos são os infectados pela variante Omicron.

De acordo com matéria na Folha de S. Paulo, a universidade estima que 468 mil pessoas tenham sido infectadas no Brasil apenas nesta sexta-feira (7/1), incluindo aquelas que não fizeram exames – uma quantidade quase nove vezes superior aos testes positivos registrados pelos estados nas últimas 24 horas, que segundo o consórcio de veículos da imprensa foram 53.419.

Assim, o país deve chegar a 1 milhão de infectados no dia 23 de janeiro e a um pico de 1,3 milhão em meados de fevereiro, em estimativa dez vezes maior do que o número registrado no auge da doença no Brasil, em março do ano passado, quando foram quase 100 mil casos positivos por dia.

Pior que essa terceira onda da Pandemia, devastadora e de rápido contágio, são os governos em absoluto estado de negação.

No Governo Federal, o Ministro da Saúde é o responsável pela desinformação e a criação de obstáculos intransponíveis no fornecimento de insumos, dados estatísticos e ampliação de verbas para atendimento.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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