Todos os 7 mortos e 3 desaparecidos são de uma mesma lancha, chamada Jesus.

Todos os mortos e desaparecidos na tragédia em Capitólio, neste sábado (8/1), são de uma mesma lancha, chamada Jesus, fortemente impactada pela rocha que se desprendeu. A informação foi divulgado no último boletim do Corpo de Bombeiros, divulgado às 21h de hoje. A corporação atualizou o número de desaparecidos de 20 para três pessoas.

Do Estado de Minas

Momento em que duas lanchas são atingidas por rocha: uma delas - batizada como Jesus - foi fortemente impactada

“Número de desaparecidos foi diminuído substancialmente porque boa parte das vítimas que estavam sem contato, uma vez que elas deslocaram por meios próprios para as unidades hospitalares da região e tinham sido categorizadas como desaparecidas. Nas últimas horas, a gente fez uma força-tarefa integrada, que conseguiu contato com essas pessoas”, esclarece o porta-voz do Corpo de Bombeiros de Minas, tenente Pedro Aihara.

O oficial também informou que, apesar de quatro lanchas terem sido afetadas pelo acidente, todos os óbitos e desaparecidos são de apenas uma. “Esses três desaparecidos estavam na lancha de nome Jesus, que foi uma das lanchas impactadas diretamente pela rocha que se desprendeu”, inicia.

“A lancha, no momento em que houve o desprendimento, estava com dez pessoas. Dessas dez pessoas, sete são justamente os sete óbitos já confirmados e três são essas três pessoas desaparecidas”, complementa. “Todas as outras pessoas que estavam nas outras lanchas já foram resgatadas, as listas já foram cruzadas”, garante Aihara.

Trabalhos dos bombeiros

O militar também informou que os trabalhos de buscas não vão ser interrompidos nem durante a madrugada. “Os trabalhos de busca e salvamento já foram planejados e permanecem à noite, com suspensão temporária das atividades de mergulho, mas com continuidade das buscas superficiais. As atividades de mergulho serão retomadas logo ao raiar do dia, por volta das 5h, 6h”, esclareceu.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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