“Não é o Estado que fiscaliza a imprensa, é a imprensa que fiscaliza o Estado”. Carlos Ayres Britto
Petrópolis tem 120 mortes e procura mais uma centena de desaparecidos.
Carta Capital
Com poucos recursos da Defesa Civil e Bombeiros, populares estão cavando em busca de seus parentes desaparecidos. Ontem choveu de novo, mais 60 mm, dificultando ainda mais as buscas.
Veja relato do G1.
Durante a madrugada desta sexta-feira (18), sirenes no Morro da Oficina, um dos locais mais devastados pela tempestade que destruiu a cidade, voltaram a tocar. Ao todo, apenas 57 corpos foram identificados.
Após quatro dias de buscas em Petrópolis, o Corpo de Bombeiros acredita ainda ser possível resgatar com vítimas com vida da lama. Durante a madrugada desta sexta-feira (18), sirenes no Morro da Oficina – um dos locais mais devastados pela tempestade que causou deslizamentos e destruiu a cidade – voltaram a tocar (veja mais no vídeo acima).
O número de mortos chegou a 120, segundo o Corpo de Bombeiros. Dos 117 corpos que estavam no Instituto Médico-Legal (IML), 77 são de mulheres e 40 de homens. Desses, 20 são menores. Ao todo, 57 corpos foram identificados.
Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril
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