Fundos abutres entram e saem do País sem nenhum controle do Banco Central.

Os abutres atacam novamente -

Juros pagos no País, os maiores do mundo, tornaram nosso sistema financeiro um cabaré, onde entram e saem sem dar justificativas a ninguém. Juros altos amarram economia e promovem farra do rentismo.

Segundo notícia publicada pelo jornal Poder360 no dia 23/3, estrangeiros ingressaram com R$ 1 trilhão diretamente na B3 (empresa de infraestrutura do mercado financeiro) entre 1º de janeiro e 21 de março, contra a retirada de R$ 919 bilhões, ou seja, em apenas 80 dias de 2022, uma diferença de R$ 81 bilhões permaneceu na B3.

A maioria desse dinheiro vem para especular com os juros abusivos praticados no Brasil, os maiores ofertados no planeta.

Se formos olhar os dados registrados pelo Banco Central, ele nem passa perto da maioria desse dinheiro, que entra de forma virtual nessa empresa do mercado financeiro denominada B3. Não há controle sobre os fluxos de capital no Brasil e especuladores fazem o que querem, entrando e saindo do país à vontade!

O Banco Central não está captando esse movimento especulativo e tampouco fazendo algo para impedir essa especulação; ao contrário, na medida em que dispara a Selic, favorece esses movimentos especulativos que chegaram a um volume tão grande que chegaram a reduzir a cotação do dólar.

Da Auditoria Cidadã da Dívida.
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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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